domingo, 1 de abril de 2012

Alerta contra a dengue continua no Rio


Por: Rodrigo Barba

O avanço do vírus tipo 4 da dengue avança no Rio de Janeiro e a prevenção é o melhor remédio.  As autoridades estão realizando ações de combate a doença, mas a conscientização da população é o mais importante para o sucesso da luta contra o mosquito. 


O avanço do vírus tipo 4 da dengue avança no Rio de Janeiro e a prevenção é o melhor remédio.  As autoridades estão realizando ações de combate a doença, mas a conscientização da população é o mais importante para o sucesso da luta contra o mosquito.

Existem 4 tipos do vírus da dengue:  O DEN-1, o DEN-2, O DEN-3 e o DEN-4, este último não é mais perigoso que os outros, porém, o fato de ser um tipo que entra novamente no Brasil após 30 anos preocupa os governantes. A explicação está no sistema imunológico do corpo humano. Quem já teve dengue causada por um tipo do vírus não registra um novo episódio da doença com o mesmo tipo. Ou seja, quem já teve dengue devido ao tipo 1 só pode ter novamente se ela for causada pelos tipos 2, 3 ou 4. 

Os sintomas são basicamente os mesmos, febre alta, dor de cabeça, cansaço, dores no corpo, náuseas e vômitos, entretanto, a possibilidade de reincidência da doença é preocupante, pois estes sintomas se manifestam com mais severidade. O importante é procurar uma unidade de saúde rapidamente.

De acordo com o último boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde, o número de casos notificados de dengue até março de 2012 é de 21.305, sendo o tipo 4 predominando com 77,8%. Até o momento, duas pessoas morreram.

Prevenção é fundamental

Foto: Site da dengue
A população deve fazer a sua parte nesta luta contra a doença e a melhor maneira de se evitar a proliferação da dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais que são criadouros do mosquito Aedes aegypti. Com esses cuidados, é possível interromper o ciclo de transmissão e contaminação. É importante não acumular água em latas, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d’água, entre outros. Para se ter uma ideia, em 45 dias de vida, um único mosquito pode contaminar até 300 pessoas.

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