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segunda-feira, 4 de junho de 2012


O estilo navy
                                                             Por Marisol Teixeira





O estilo navy ou náutico como o próprio nome já diz, tem a ver com o estilo dos marinheiro. Ele é um clássico e faz sucesso desde a década de 20. Apesar de ser uma tendencia clássica do verão, pode ser usado tranquilamente em todas as estacões do ano.







                                                                Crédito: reprodução da internet




Alguns elementos principais fazem parte do estilo navy;


- As cores principais vermelho, azul-marinho, branco e preto;
- Listras;
- Acessórios e detalhes dourados;
- Modelagem clássica, plissados, alfaiataria e cintura alta;
- Âncoras, espadrilhos, cordas e correntes.

Mas como em qualquer look, também podemos inovar, colocando um tom amarelo ou laranja no lugar do vermelho, isso faz com que o visual fique menos caricato e mais atual. O famoso listrado pode se misturar a poás ou florais, criando um mix de estampas. Alguns acessórios nas cores douradas e prateadas podem ser usados ao mesmo tempo!

Os elementos como âncoras, cordas e correntes podem aparecer em estampas, colares, cintos, brincos, bolsas... são esses detalhes lindos que fazem sempre a diferença. Nos pés, você pode optar por rasteirinhas com pedrarias, anabelas com salto corda (Espadrilhos), peep toes, ankle boots, e sapatilhas bicolor.

Lembrando que esses elementos não precisam estar juntos no mesmo look, pois o visual acaba ficando meio over... Vale sempre lembrar que o equilíbrio e o bom senso são o segredo! Agora meninas vamos ver como usar este estilo tão charmoso!



Estilo navy com vestido 
























Estilo navy com saia




Estilo navy com short






Estilo navy com calça





Convergir é preciso

Ilustração acerca da polivalência midiática
Ilustração acerca da polivalência midiática
Por Carlos Eduardo Silva


A “polivalência midiática” (KLINENBERG, 1999) permite um modo de produção em que cada uma das mídias que compõem um conglomerado utilize produtos de outras, assim como equipamentos. É cada vez mais comum encontrarmos dentro das redações da mídia impressa, estúdios de rádio e televisão que permitem a produção de material em linguagens diversas. O resultado é que os jornalistas dispõem de menos tempo para apurar e redigir, produzindo notícias mais superficiais.

Blogs

A palavra blog foi utilizada pela primeira vez em 1997, por Jorn Barger, quando este chamou seu próprio site de "weblog". Em 1999, o internauta Peter Merholz, em uma brincadeira, partiu a palavra em "we blog". O termo blog acabou pegando, tanto como verbo quanto como substantivo.

As principais características dos blogs estão relacionadas à facilidade do manuseio, à interatividade e a ligação de outros internautas, deram origem a uma grande comunidade, chamada de blogosfera. Nela, os blogs “estabelecem relações privilegiadas com outros que abordam temáticas semelhantes, criando pequenas redes de interesses”. (CANAVILHAS, 2004, p.1).


Case ACM

Em junho de 2001, o blogueiro Sério Faria causou grande constrangimento ao senador da República Antônio Carlos Magalhães (PFL-BA). Em seu blog Catarro Verde, Faria mostrou que, no discurso de renúncia ao mandato, Magalhães havia plagiado outro discurso, proferido pelo então deputado federal Afonso Arinos em 1954. A descoberta virou notícia de televisão.


Current TV

Em 2005, o ex-vice-presidente dos Estados Unidos, Al Gore e seu sócio, Joel Hyatt, fundaram a Current TV, um canal a cabo que encoraja os telespectadores a contribuírem com suas próprias notícias em vídeo. Os “viewer-created content” ou “vc2” respondem agora por 30% do tempo de programação exibido no canal e essa taxa tende a aumentar. No site da emissora, a política de publicação é clara: Qualquer um que queira contribuir pode postar um vídeo. Os usuários da comunidade Current votarão naqueles que deverão ser exibidos na TV. Você pode participar em qualquer etapa: assistir e votar ou fazer um vídeo. (Temos também um treinamento on-line para ajudá-lo nas habilidades necessárias para fazer TV!) Esta não é definitivamente uma rede de TV tradicional. Assistindo Current, você verá mais, em mais tópicos, com mais pontos de vista. Mas para ter êxito, precisamos que você faça mais do que assistir; precisamos que você se junte a nós e participe.

Current TV, criada por Al Gore e Joel Hyatt, incentiva produção de notícias em vídeo feitas pelos telespectadores
Current TV, criada por Al Gore e Joel Hyatt, incentiva produção de notícias em vídeo feitas pelos telespectadores


CrossMedia é a distribuição de serviços, produtos e experiências por meio das diversas mídias e plataformas de comunicação existentes no mundo digital e offline. Conceito dos anos 90, envolvendo publicidade em múltiplos meios. Ou seja, um conceito simplista sobre publicidade e canais de veiculação.

Em 2005, o presidente da Rede Minas de televisão, Antônio Achilis, sinalizou a preocupação das emissoras em todo o mundo em criar programas utilizando a integração de diversas mídias, com o objetivo na maior participação do público. Na época, encomendaram-nos um projeto de programa de TV neste formato, voltado para o pequeno empresário e patrocinado pelo Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae). A proposta, encaminhada a Brasília, tinha como mídia principal a televisão, porém estendia-se em formatos diferentes a Internet, rádio, revista e telefonia celular.


Caminhos da convergência das mídias



Stand-up cada vez mais brasileiro


Tradição teatral americana cria raízes no Brasil e diverte os cariocas

Por Carlos Eduardo Silva

A grande sensação do momento é ir ao teatro para assistir às comédias Stand-Up, um formato de pocket show consagrado nos Estados Unidos e que hoje faz rir plateias no mundo todo. O stand-up ganhou o gosto do público com espetáculos como “Terça Insana”, “Comédia Em Pé” e “Nós Na Fita”, que ficam em cartaz nos teatros durante anos. O tipo de apresentação que faz o “timing” valer mais que os trejeitos do ator, deslanchou no Brasil de uns tempos pra cá e se adaptou ao estilo de humor brasileiro.

O show “Comédia A La Carte”, sucesso de público e crítica, está em cartaz há mais de um ano no Teatro Miguel Falabella, e sempre traz algo novo para entreter o público carioca. Os comediantes Felipe Absalão e Marcelo Oliosi (o Smigol do ‘Rock Bola’ e do ‘Pisando na Bola’ da SporTV) fazem parte do elenco fixo da peça que se modifica a cada apresentação, com convidados diferentes a cada semana incluindo sempre novos textos, novas sacadas, novas oportunidades de dar uma boa gargalhada. “O nome A La Carte vem da ideia de levar ao público sempre um cardápio variado de comediantes, o que faz com que o show seja diferente a cada apresentação”, afirma Absalão.


 
Felipe Absalão tem mil e uma utilidades. Além de ser ator, ele também é produtor, roteirista e diretor do espetáculo. Formado em Ciências da Computação, migrou para a comédia por acaso. O sucesso de suas imitações entre os amigos fez com que Felipe decidisse fazer dublagem. Para isso, ele precisaria de seu DRT (registro de ator), o que não possuía. Para conseguir o seu DRT, ele participou de vários cursos de teatro. Um desses cursos era uma oficina chamada Teoria da Improvisação, ministrada por Fernando Caruso e Daniela Ocampo, onde surgiu a ideia para o stand-up. “O Caruso deu a dica do stand-up. O Comédia em Pé estava começando, então ele me chamou pra participar. Eu escrevi vários textos, me apresentei com eles várias vezes e foi muito bacana, o público gostou muito e eu também”, afirma Felipe.

No humor simples e ágil do stand-up, Felipe aborda assuntos do cotidiano como notícias, esportes, relacionamentos e celebridades, o que faz com que o espectador se identifique com as situações. “A gente acaba falando do que a gente vive. Eu, por exemplo, eu sou gordinho, então eu vou falar das situações que eu passo como gordinho. O cara que é solteiro vai falar da balada, o casado vai reclamar da esposa, e por aí vai. A gente pega o que é notícia, o que é atual e o que a gente vê no dia-a-dia para fazer piada. Isso acaba atingindo o pessoal da plateia. Sempre tem alguém que já passou por algo parecido”, diz o comediante.

A maior dificuldade da comédia “em pé” é o texto ser o suporte fundamental do ator. “O stand-up é bem diferente dos outros tipos de humor. Na comédia você vê cenários, figurinos, vários personagens. Aqui não, você não tem nenhum apetrecho. É você e o microfone o tempo todo. Se a plateia não gostar, é porque ela não gostou de você”, enfatiza.

Para auxiliar a nova safra de comediantes, Felipe firmou parceria com o teatro Miguel Falabella e irá ministrar uma oficina a partir de outubro deste ano. “Nós vamos abrir um espaço para ensinar como montar um grupo de stand-up e como ser um mestre de cerimônias. Não será só a técnica pra construir a piada, mas também ensinar o cara a se manter no stand-up comedy”, afirma. O curso não é somente para iniciantes. Atores já formados também podem participar. “Quem começa com stand-up têm a chance de ir muito além na profissão. Em termos de roteirização, você tem que criar o seu texto no stand-up, e esse é um ótimo exercício pra quem está querendo começar neste ramo e também pro cara que quer se aprimorar”, completa Felipe.

Foto: Divulgação
Felipe Absalão e Marcelo Oliosi, o Smigol do Sportv


Acessórios; Do simples ao chic!


Acessórios cada vez mais se tornam artigos indispensáveis no look feminino, eles chegaram a não muito tempo, mas vieram pra ficar
        
                                                                Por Marisol Teixeira


                                                                Crédito: reprodução da internet


    Estes pequeninos tem o dom de mudar um visual e dar um "cham" no look!! Andei dando uma pesquisada na net (Como sempre) e vi que o que está em alta agora é "mixar" tudo; anéis, pulseiras, colares... basta ter bom senso e criatividade. Uma dica, se você morar no Rio, dê um pulinho em Madureira, no Centro da cidade, Bonsucesso ... lá vocês encontram o que eu chamo de três b's, Bom Bonito e Barato, basta ter paciência e pesquisar, você terá achados maravilhosos!! Então é isso aí, abaixo passo alguns truques para não fazer feio!!


COLARES
Os colares que estão em alta são as peças grandes e compridas, cada vez mais ousados e despojados! Vale tudo; colares com muitas camadas, vários colares com comprimentos e pingentes diferentes, peças artesanais feitas de fuxico e patchwork. Uma dica bacana: se o visual estiver muito romântico é só usar colares com pingentes mais rocker,  já se você prefere looks mais românticos e femininos, opte por pingentes fofinhos: como animais, boca, chave, coração. O importante é o bom senso!


                                                                        Crédito: reprodução da internet
  
    É bom lembrar que existe tipos de colares ideais para cada tipo de corpo, Isso é, o comprimento pode lhe favorecer ou prejudicar. 


Pescoço CurtoColares de bolas grandes e coloridas, por exemplo, ideais para alongar o pescoço, e valorizar a região. 
Pescoço LongoColares discretos, que equilibram o visual e não atrai as atenções para o pescoço.

Busto Grande: Colares delicados, com bolas bem pequenas, abaixo ou acima do busto. Deixa o visual bem feminino, sem ficar muito pesado.
Busto Pequeno: Vale tudo, colares com várias camadas ou o mixe de vários colares combinados, pois eles criam volume e aumentam a região. 
Baixinha: Colares são uma ótima opção, pois elas dão a impressão de que o corpo é mais alongado. 
Cheinha: Colares longos e com detalhes, pois eles ajudam a afinar a silhueta, escolha acessórios sempre abaixo do busto. 



                                                                  Crédito: reprodução da internet


PULSEIRAS E BRACELETES
O mix de pulseiras é um hit que chegou para ficar. Seja inverno, outono, primavera ou verão, ele continua com muito estilo e renovação a cada estação que passa. No momento tudo que der para misturar é válido. Faça uma overdose de pulseiras. A tendência é fazer um estilo Hy-Lo nos braços, isso mesmo, misturar pulseiras hippies com jóias, e jóias com bijuterias.  O look fica super despojado!! Tornozeleiras que você comprou na praia no Verão passado e aquela pulseira mais cara que você investiu. A ideia é misturar vários estilos e criar um só.


                                                                   Crédito: reprodução da internet


ANÉIS
Os anéis maxi são muito estilosos e viraram febre. Se você quer entrar nessa tendência o mais importante é ter bom senso acima de tudo. Não adianta sair usando todos os anéis que você vê pela frente e achar que está tudo bem. Diferente do Mix de Pulseiras, a mistura de anéis precisa ser mais pensada e combinada para não ficar ouver. Tente exercer um critério, se você quer algo mais romântico tente combinar anéis do mesmo estilo e dando somente contrastes pequenos com anéis mais rocker. 



                                                                     Crédito: reprodução da internet


É isso aí meninas, agora o que vocês acham que colocar um acessóriozinho e arrasar na passarela da vida!!




Convergência das mídias e o impacto na sociedade


Por Carlos Eduardo Silva

 
A  transmissão de informações pela internet atrai o leitor moderno (Foto: Divulgação)
A  transmissão de informações pela internet atrai o leitor moderno

As tecnologias de informação e comunicação estão cada vez mais presentes na vida das pessoas, seja no cotidiano social, seja no espaço escolar. No entanto, o que se torna preciso hoje é a nova perspectiva da interatividade. Com essa visão a convergência das mídias vem propor uma transformação no papel da comunicação, onde os sujeitos passam de simples consumidores ou receptores para, além disso, serem possíveis autores de produção no processo de informação. Isto ao mesmo tempo. Nesse contexto, o celular é um dos artefatos tecnológicos que ilustra bem a convergência das mídias, pois num mesmo aparelho encontra-se reunidas várias funções. Frente a este cenário, convém destacar que: a principal capacidade da convergência das mídias é a de possibilitar a integração de dispositivos digitais e o seu uso sob demanda. Mas há um aspecto mais evidente e importante a se destacar na contribuição da convergência das mídias: a interatividade.

Para que se possa falar sobre jornalismo multimídia, primeiramente deve-se entender a cultura de convergência que impera nos principais veículos de comunicação do Brasil e do mundo.


Acesso à informação na palma da mão (Foto: Divulgação)
Acesso à informação na palma da mão

A “Convergência das Mídias” é um termo criado por Henry Jenkins, que fala de um processo multidimensional que, facilitado pela implantação generalizada das tecnologias digitais, afeta os meios tecnológicos, empresarial, profissional e editorial dos meios de comunicação, propiciando uma integração de ferramentas, espaços, métodos de trabalho e linguagens anteriormente desagregados, de forma que os jornalistas elaborem conteúdos a ser distribuídos através de inúmeras plataformas, por meio das linguagens próprias a cada uma delas.

As mudanças ocorridas no jornalismo moderno não foram somente visuais, mas também ideológicas. A informatização das redações não significou necessariamente maior renda para as editorias, pois o mercado jornalístico se tornou instável e extremamente competitivo, obrigando os profissionais a se especializarem para valorizarem suas funções.

Isso fez com que os jornais, que eram os responsáveis pela divulgação e grandes detentores da informação se reformulassem, repaginando a forma de escrever e noticiar um acontecimento. Ou seja, com a convergência criou-se um novo jeito de informar, integrando a notícia e o leitor de uma forma mais dinâmica e atrativa. E foi através da internet que isso se tornou possível.

Existem grandes diferenças na forma de transmitir informação antes e após o grande boom da internet no mundo. Antes, a informação era centralizada na imprensa, as funções de cada profissional da comunicação eram bem definidas nas redações, a opinião do leitor era restrita à cartas (ou seja, não existia interação direta com o leitor de forma mais efetiva em uma matéria ou pesquisa, por exemplo. E isso dificultava e muito a troca de informações, o retorno de uma pergunta, elogio ou reclamação), a concorrência entre os veículos era bem clara e definida, o fluxo de produção de conteúdo era único e apenas o jornalista redigia as matérias.

Exemplo de integração das redações e canais de comunicação do Jornal O Globo, unindo diversas mídias para levar a informação até o leitor
Exemplo de integração das redações e canais de comunicação do Jornal O Globo, unindo diversas mídias para levar a informação até o leitor

Já com a internet inserida no cotidiano das pessoas as fontes de informação passaram a ser inesgotáveis, passou a existir a grande concorrência na disseminação da informação, aumentou o fluxo de produção de conteúdo (até mesmo em horários alternativos), os textos e matérias passaram a ter autoria em equipe e, principalmente, a criação de diversos canais de distribuição de informações.

A partir deste momento, o leitor passou a ser usuário, a autoria se torna compartilhada por todos, os comentários e críticas são enviados em tempo real e todos possuem conhecimento disso, a fidelidade às marcas foi extinta (pois o leitor quer sempre mais informação, independente de onde ela venha),  o leitor sabe onde buscar a informação de que precisa e passa a conhecer o verdadeiro poder que ela possui.

Este novo papel do leitor Internet mudou os processos de produção de notícia. No início, os sites eram apenas canais de distribuição, uma simples ferramenta. Hoje a internet é um meio de comunicação tão avançado e ágil que somos incapazes de viver fora desta rede.

Os jornais tiveram que agir rapidamente para acompanhar este processo e não cair no esquecimento. Por isso, eles se tornaram empresas eficientes que aceitam a informação como produto e a publicidade como principal fonte de renda. Além disso, eles passaram a adquirir certos aspectos do jornalismo de revista que aprofunda, interpreta, analisa, explica e complementa os fatos que já ocorreram e foram explorados por outras mídias, utilizando uma série de recursos gráficos que facilitam a compreensão e a interação com o leitor.

A transformação nas rotinas das redações se inicia pela necessidade de encontrar novos modelos de negócio, encarar a nova concorrência e, acima de tudo, recuperar a audiência que ameaça ir embora. A partir deste momento, elas passam a integrar as equipes de produção do on-line e do impresso, começando a produzir para novas mídias. Treinamentos são iniciados nas redações dos principais veículos, que adotam novos conceitos de produção como 24/7 e web first.  E o jornalismo entrou efetivamente na nova era da multimídia.

Um pouco mais sobre convergência